HRBA compartilha experiências sobre segurança do paciente em fórum realizado pelo CFM em Brasília

O Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), em Santarém (PA), tem se tornado referência quando o assunto é segurança do paciente. Em junho, promoveu o primeiro seminário regional sobre a temática, com intuito de disseminar a cultura do cuidado seguro a estudantes, profissionais e instituições de saúde dos 20 municípios que compõem a Região Oeste do Pará. Agora, nesta terça-feira, 4/7, o diretor-geral da unidade, Hebert Moreschi, participou do ”Fórum de Segurança do Paciente”, realizado em Brasília, promovido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

O diretor participou da mesa-redonda ”Visão sobre Segurança do Paciente” e destacou, em sua fala, o avanço da unidade em promover uma assistência segura aos usuários. ”O HRBA recebeu o convite do CFM para compartilhar sua experiência exitosa na gestão da segurança do paciente. Esse compartilhamento de informações foi importantíssimo porque pudemos trocar experiências com outros hospitais que foram convidados. São instituições referências no Brasil em gestão de segurança”, conta Moreschi.

O tema segurança do paciente ainda é novo em âmbito nacional. Por isso, o compartilhamento de experiências é fundamental para garantir avanços na área da saúde. ”Esperamos que outros eventos desse aconteçam, para que o paciente ganhe com a evolução dos serviços de saúde. Além disso, é o reconhecimento do trabalho que toda a família HRBA vem fazendo em prol da saúde da nossa região, e que vem sendo referência para outras instituições do País”, finaliza o diretor.

O Hospital Regional do Baixo Amazonas – pertencente ao Governo do Estado e gerenciado pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar – realizou, ao longo de um ano, a implementação dos protocolos de segurança do paciente, que visam reduzir ao menor nível os riscos aos usuários. As metas envolvem: identificar corretamente os pacientes; melhorar a eficácia da comunicação; melhorar a segurança na prescrição, no uso e na administração de medicamentos; garantir o local correto, o procedimento correto e a cirurgia no paciente correto; reduzir risco de infecções associadas a cuidados assistenciais; reduzir o risco de danos aos pacientes resultantes de quedas; e reduzir o risco de lesão por pressão.